O que é, afinal, o Luto?

Cada pessoa faz o seu processo ao seu tempo, e à sua maneira.

Não há um modelo único, não há regras, não há linhas retas, não há conselhos únicos, por vezes não há nada, senão a vontade que o processo acabe rápido.

O Luto pode demorar anos a processar ou até mesmo a começar.

Não existem espaços temporais.

Também não há peso nem medida para o Luto. Há crenças, ou descrenças, que podem variar consoante os valores, cultura, círculos familiares e sociais que podem, ou não, ajudar no processo, no entanto não o vão curar.

Se tiver mais questões sobre o Luto, contacte-nos ou visite o CIADIP – Instituto Araucária

O papel do Conselheiro de Luto

Vivemos numa sociedade onde o Luto ainda é tabu.

Passar por uma perda pessoal profunda, de alguém ou algo que amávamos pode levar ao afastamento de quem não nos queira ouvir falar do assunto, que tenha medo de nos falar do que aconteceu, que nos julga e pensa saber o que é melhor para nós para superarmos a perda.

O luto é um processo pessoal. Só nosso. Ninguém o vai vivenciar como nós.

Cada um tem o seu tempo, precisa do seu espaço e que os mesmos sejam respeitados e não julgados.

O papel do Conselheiro de Luto é esse mesmo. Ouvir sem julgamento e ajudar a percorrer o caminho a fazer, até juntarmos as peças do que se quebrou.